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LA EMPRESA PERDIÓ AL MEJOR CLIENTE

    EL EMPRESARIO QUE ABUSA, PIERDE CLIENTES. Estoy casi convencida que casi todas las personas se han encontrado con empresarios que dirigen empresas, que cuentan con excelentes clientes, que abonan sus servicios con puntualidad. Un buen día el empresario piensa que puede abusar de este cliente, quizá crea que le sobra el dinero porque la mayoría de los otros   pagan mal y tarde y en ocasiones ni abonan los servicios. Cuando una persona cumple con el contrato una y otra vez y confía en la empresa, se siente bien, por eso el día que la empresa comienza a abusar de su confianza creyendo que el cliente excelente no se dará cuenta de que   le está estafando, ese día toma la decisión de cambiar de empresa para que realice sus servicios. LA EMPRESA PERDIÓ AL MEJOR CLIENTE. Estas circunstancias nos hacen reflexionar sobre los valores de   honestidad y   confianza.   Vivimos en un mundo de mucha oferta y por este motivo la competencia es enorme y es aquí dond...

NATAL, por JOSÉ DE CAMPOS

 

N A T A L


Diz-se que o Natal é sempre que o homem quiser, mas é certamente mais Natal, na época que o calendário determina...


Em que há frio,

calor humano,

neve, uma lareira,

chuva, um agasalho,

frio nos pés, Missa do Galo.

Algum desengano, talvez enguiço,

azeite, bacalhau, couve e muito alho.

Doentes a sofrer,

pobres sem um tecto,

gente em sua terra, 

soldados na guerra,

famílias felizes, outras nem por isso.

Uns que têm paz, outros solidão,

uns com abundância e muitos sem pão.

Montras enfeitadas,

lares sem aconchego,

montes de famílias em desassossego.

Bolos, filhoses, 

um surdo clamor de pobres vozes, 

desemprego.

Olhitos de criança, o Pai Natal,

prenditas no sapato, frio glacial,

muitas correrias, algum desacato.

Um olhar ao Céu, uma prece a Deus,

e quem é cristão a lembrar os seus.

Os nossos amores, que connosco vivem,

e os progenitores que nos deram vida,

e a qualquer momento estão de partida.

Os filhos dilectos a chegar a casa,

e os avós e netos a atiçar a brasa.

O cheiro dos fritos em cima da mesa,

e a triste lembrança de muita pobreza.

Um lar de abundância,

e a recordação de uma pobre infância,

e de alguns medos, 

de um tempo passado com poucos brinquedos.

Lembranças da terra,

da massa a fintar na grande panela, 

chama a crepitar, e cheiro a canela.

O madeiro em chamas, aquecendo a praça,

o calor no rosto da gente que passa,

o velho e o jovem que seus sonhos traça.

O menino nu em palha estendido, causa um arrepio,

mas, porque é divino, nunca sente frio.

É tempo de esperança, de uma nova aurora, 

e se eu não me lembro,

digam-me agora,

quando é o Natal, se não em Dezembro?  


 José de Campos



                                             







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